segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Horário do 1º semestre do 1º Ano - SS-PL

Iniciou-se a 20 de setembro de 2010, o primeiro dia de aulas, do 1º semestre do 1º Ano, do Curso de Serviço Social, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa (ISCPS/UTL), um dia que é imensamente marcante para um aluno que sempre sonhou em realizar o seu destino de se formar nas ciências sociais e políticas.
Neste primeiro dia de aulas, ocorrido no fim de tarde, 18h00 daquela segunda feira, dia 20 de setembro, tendo a primeira aula em Sociologia Geral I, dada pela excelente professora Doutora Maria de Lurdes Fonseca, nada melhor para começar bem o ano letivo, visto ser uma ótima receção aos alunos, com a atenção da Professora que tanto sabe cativar o aluno para gostar de estudar, para se sentir bem recebido no meio académico e sobretudo com a sua eloquência, faz com que qualquer um vibre com a sociologia, e aprenda. No meu caso, até foi mais marcante ainda, pois sempre fui um apreciador da sociologia desde os meus tempos de aluno secundário no Colégio Caetano de Campos em São Paulo no Brasil.














Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Calendário Letivo Serviço Social - 2010/2011

Iniciei o meu primeiro dia de aulas, a 20 de setembro de 2010, um dos dias mais marcantes na minha vida, foi no ISCSP Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da UTL Universidade Técnica de Lisboa, logo no primeiro dia cheguei a horas, para a primeira aula, do primeiro ano e do primeiro semestre de estudos, pelo que adicionei abaixo o calendário letivo. 
A Porta de Entrada do ISCSP
onde há muito desejava entrar.
A entrada na faculdade é algo  marcante independentemente da idade que se tenha, mas sobretudo é na idade adulta que melhor sabemos valorizar o quão importante é, na medida em que nos poderá proporcionar, não apenas uma realização pessoal, mas também adquirirmos novos horizontes do conhecimento, aumentar as competências pessoais e até de aumentar o leque de possibilidades para uma realização profissional e ativa.
O Semestre é relativamente curto, devido a férias de Natal e Ano Novo (de 20 a 31 de dezembro), mas cabe a nós alunos tirarmos o melhor proveito possível dos estudos, nas aulas, em casa e até nos transportes públicos a ler, repensar e desenvolver os nossos conceitos aprendidos em sala de aulas.
Após os exames nacionais, espera-se ansiosamente pelos resultados, depois é a escolha da instituição dentre as quais fomos aprovados, das que escolhi na inscrição, fui aprovado em ambas no ISCSP e no ISCTE Instituto Superiior de Ciências do Trabalho e da Empresa, atualmente designado po IUL Instituto Universitário de Lisboa, e em ambos concorri para o mesmo curso de Serviço Social, e ambos em pós-laboral, visto ser trabalhador, e passando agora a ser "Trabalhador Estudante".
Como se pode ver no calendário abaixo, estão assinalados o 1º semestre, de 20 de setembro de 2010 até 21 de janeiro de 2011, época em que as aulas terminam e inicia-se a época normal de exames até 11 de fevereiro e seguida da época de recurso de exames, que termina a 28 de fevereiro.

O segundo semestre inicia-se a 1 de março de 2011, com outras cadeiras, algumas caras novas de docentes, e num companheirismo e camaradagem entre colegas que se espera sempre mais sólido. Tendo o seu término em 24 de junho, seguido respectivamente por exames em época normal e de recurso.


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

1º Ano - Serviço Social - Pós-Laboral 2010/2011

Eis que passados os exames de acesso ao ensino superior, com resultados acima do esperado, começa um novo ciclo, trata-se do 1º Ano do Curso de Serviço Social, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa (UTL).
Este ano letivo do ensino superior iniciou a 20 de setembro de 2010, sendo, respectivamente o primeiro ano e ao mesmo tempo o 1.º semestre do respectivo curso destinado à formação de técnicos do Trabalho Social, realizado em regime Pós-Laboral e presencial, para o qual foi elaborado um plano de Estudos em anexo.
As disciplinas obrigatórias são a Sociologia Geral, a Antropologia, a Ciência Política, os Princípios Gerais do Direito, Teoria Geral do Serviço Social, sendo esta uma cadeira voltada para a teoria e prática dos métodos e técnicas de intervenção em Trabalho Social.
No segundo semestre, tem-se as disciplinas de Educação para a Cidadania, Sociologia Aplicada, Classes e Estratificação Social e Inglês do nível B2.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

domingo, 19 de setembro de 2010

Stephen Hawking, O Direito de Mudar de Ideias

No seu best-seller cientifico «Uma Breve História do Tempo» de 1988, o cientista britânico Stephen Hawking demonstrava aceitar a possibilidade de um Criador do Universo, no entanto voltou a trás e nega o seu ponto de vista anterior.
Stephen Hawking escreveu "O Grande Desígnio", com a co-autoria de Leonard Mlodinow, livro editado em setembro de 2010, e vem através deste seu novo livro criar algum mal estar perante os crentes, que com esta afirmação, sentiram-se de algum modo traídos ou insultados, como aconteceu em alguns círculos mais fundamentalistas como os creacionistas estadunidenses, sendo que este é um sentimento transversal aos crentes de todas as religiões, embora, muito provavelmente creio deveras que não fosse essa a intenção, talvez não o tenhamos entendido, no entanto negando que seja Divina a criação do Universo, derruba o mito da criação, muito embora a ciência e a fé não se complementem e nem tenham as mesmas funções, é no entanto certo que a teoria que nega a criação, impõe-nos a teoria que é do acaso que nasce o Universo o mundo e todos os seres vivos.
Ao afirmar que não há espaço para D-us na ciência moderna, conclui o autor claramente que o Universo nasceu do nada e que nós próprios somos fruto do acaso.
De acordo com a lógica sugerida por Hawking, sendo assim, também a ciência existe por mero acaso, o que não me parece que faça sentido pensar assim, visto que a ciência nasce da necessidade de obter respostas e compreender fenómenos naturais, sociais ou psíquicos; Embora eu respeite o direito da opinião do cientista, tenho também o direito de não crer que tudo o que me cerca seja fruto do acaso, posto isto, resta-me dizer, tendo em conta que quanto à Filosofia ou mesmo a ciência como a Física, Química por exemplo,  afirmam que há a causa e o efeito em todos os fenómenos que nos rodeiam, resta-me neste sentido crer que há uma razão de ser em tudo e mesmo uma causa primeira que terá gerado o Universo, que no entanto não conhecemos e à qual chamamos ou designamos por D-us.
Na realidade a Ciência não visa negar a fé, pelo que esta apenas estuda o que pode ser mensurado e analisado, do mesmo modo a Teologia não visa negar a ciência, pois pode e deve buscar na ciência as explicações capazes de corroborar conceitos teológicos ou filosóficos, embora também não seja esse o objetivo da ciência, mas sim o de encontrar respostas para compreender os problemas que se colocam à humanidade e de encontrar soluções plausíveis para os mesmos.
Ser humanista acima de tudo é ser responsável e preocuparmo-nos com um mundo melhor e mais justo. Se não houvesse a criação ou mesmo o Criador, que sentido teriam as nossas vidas? Pois se não podemos provar a existência de um Criador, também não pode-se provar a sua não existência, ateus e crentes estão assim em pé de igualdade.
Para além disso tudo é preciso ver que se trata de uma contradição com ideias suas anteriormente escritas em livro, onde afirmava não haver contradição entre a ciência e a crença de um D-us criador do Universo, logo o Big Bang seria fruto da vontade Divina em criar o Universo e todas as suas criaturas, claro que todos temos o direito de mudar de opinião, isso é também parte do desenvolvimento pessoal de cada um, resta-nos saber pensar por nós mesmos e encontrarmos o nosso próprio modo de pensar sem sermos sujeitos passivos da ciência ou do fundamentalismo.
Temos o exemplo de Einstein, que foi um cientista esclarecido e erudito e isso não o impediu de ser um judeu praticante e um homem de fé em D-us.
Abaixo estão para o caro leitor, os links que podem ajudar a aprofundar mais este assunto, com acesso gratuito para descarregar de três livros de Stephen Hawking que valem a pena ler e ser refletidos.
Referências:

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Israel e Palestina Discutem a Paz

Após algum tempo, de silêncio e expectativas falhadas, muito contra a vontade do Irão e do Hamas, Mahmud Abbas e Beniamin Netanyahu, sentam-se enfim à mesa das negociações com o objetivo de chegar a um acordo para negociar a paz, sobretudo espera-se uma paz que seja duradoura e que se concretize na criação e reconhecimento mutuo do direito a ambos os países terem um Estado, tanto Israel como a Palestina.
Israel e o mundo ocidental também saem a ganhar com a criação do estado palestiniano, a paz trará maior segurança e reaproximação entre os povos, e a entrada de Israel como membro de pleno direito da União Europeia poderá se realizar.
O mundo tem os olhos postos em Israel, desde a sua fundação como Estado independente, devido ao barril de pólvora que é o Médio Oriente, desde o fim do Império Otomano.
A questão é saber até que ponto as diferentes correntes políticas e religiosas palestinianas estão de facto abertas à realização de um acordo tecido na paz, ou antes irão continuar a incentivar os populares ao ódio e a uma intifada sem fim, na ilusão de conquistar a independência pela força.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

 
Projeto gráfico pela Free WordPress Themes | Tema desenvolvido por 'Lasantha' - 'Premium Blogger Themes' | GreenGeeks Review