10 ANOS

Desde julho de 2007 a debater ideias e a defender causas.

Raif Badawi o Direito de Ser Blogger

Somos todos Raif Badawi, se acreditamos que a liberdade de expessão é um direito inalienável da Pessoa Humana, então todos somos Raif Badawi.

O Humanismo

O Humanismo mais que uma ideologia é uma praxis ao alcance de cada um de nós, somos chamados a fazer o que estiver ao nosso alcance e de acordo com as nossas possibilidades em prol do bem comum.

A Terceira Idade e a Cultura Intergeracional

A revolução grisalha, e a cultura de uma sociedade intergeracional, juntanto-se a todo o conjunto de uma cultura de inclusão, a força da juventude e a sabedoria da idade produzem um mundo novo.

Solidariedade Social

A solidariedade social, mais que comunhão de esforços em prol de causas é o dar-se em prol dos nossos semelhante, é um dos temas centrais deste blog,.

Trabalhos Académicos, do Serviço Social e Sociologia à Ciência Política

Desde 2010 que o Etcetera, disponibiliza para consulta, um conjunto de estudos académicos de várias áreas da ciência, como sociologia, psicologia, ciência política, economia social entre outras.

Sugestões de Leitura - Lista de Livros

Lista de Livros, sugestão dos mais importantes da Literatura Universal e Humanista, o mais importante é ler bons livros e não sermos guiados pelos livros da moda.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Poesia - Con las Alas del Alma - Eladia Blázquez

Eládia Blázquez (1931-2005) Cantora, compositora, guitarrista argentina.

Con las alas del alma desplegadas al viento,
desentraño la esencia de mi propia existencia
sin desfallecimiento, y me digo que puedo
como en una constante
y me muero de miedo, pero sigo adelante.

Con las alas del alma desplegadas al viento,
porque aprecio la vida en su justa medida
al amor lo reinvento, y al vivir cada instante
y al gozar cada intento, sé que alcanzo lo grande,
con las alas del alma desplegadas al viento.

Con las alas del alma desplegadas al viento,
más allá del asombro me levanto entre escombros
sin perder el aliento
y me voy de las sombras con algún filamento
y me subo a la alfombra con la magia de un cuento.

Con las alas del alma desplegadas al viento,
atesoro lo humano cuando tiendo las manos
a favor del encuentro por la cosa más pura,
con la cual me alimento por mi pan de ternura,
con las alas del alma desplegadas al viento.

Con las alas del alma desplegadas al viento,
ante cada noticia de estupor, de injusticia,
me desangro por dentro
y me duele la gente, su dolor, sus heridas,
porque así solamente interpreto la vida.


Con las alas del alma desplegadas al viento,
más allá de la historia, de las vidas sin gloria, sin honor ni sustento
guardaré del que escribe su mejor pensamiento
quiero amar a quien vive con las alas del alma
desplegadas al viento, al viento, al viento...




terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Sonho de uma Catalunha Livre

Foto de J. Lodewick de 14 de Abril de 2004
A crise financeira e económica da Europa, que como efeito dominó tem vindo a fazer cair país após país, fez também cair a Espanha numa situação de crise económica e financeira, após Portugal, Grécia e Irlanda, outros balançam ainda sem saber se caem ou não, com é o caso da França e da Itália, e até na poderosa Alemanha já se fala em recessão.

O mais impressionante, não é a crise que se instala em Espanha, ou saber se pedirá ou não resgate para salvaguardar a sua economia, o que chama atenção da opinião pública internacional, é o acirrar de velhos sonhos de separatismo, que poderão criar uma secessão no reino de Juan Carlos I, tendo já à vista as eleições parlamentares antecipadas da Catalunha para 25 de novembro (no próximo domingo) após a dissolução do Parlamento Catalão pelo Presidente Artur Mas, tendo como pano de fundo, fazer surgir o projeto do referendo para a Independência da Catalunha e a criação de um novo Estado Soberano na Europa, deve-se ter em conta que os Catalães não se sentem espanhóis, e que já foram um país independente até 1714 quando foram conquistados e ocupados pelos castelhanos (vulgo espanhóis) agora passados quase 300 anos a Catalunha prepara-se para o referendo e a independência em 2014.

Esta surpreendente reviravolta política não está só a dividir a Catalunha entre os que são a favor e contra a independência, está também a dividir a Espanha, sobretudo a partir das outras comunidades cujo anseio de Independência não é menor, é o caso dos Bascos e dos Galegos, e sente-se sobremaneira este forte sentimento de separatismo, devido aos dias de crise e austeridade que assolam toda a península Ibérica e cujo fim não se vislumbra e ainda é incerto.
O cenário político é complicado, não está definido e nem decidido, há que esperar pelos resultados e ver quantos "escaños" (assentos parlamentares) terá cada partido, e o que se jogará verdadeiramente no xadrez político que poderá influenciar outras partes da Europa, como a Escócia face ao Reino Unido, mas que  no planto interno influenciará muito no sentido que a Catalunha é hoje a região mais desenvolvida e rica de toda a Espanha.

O slogan em de campanha da CiU - Convergència i Unió, é precisamente "A Vontat Dun Poble" em português: A Vontade de Um Povo), tendo como principal protagonista o Lider e Presidente Regional, Artur Mas. A ERC - Esquerra Republicana de Catalunya é outro dos partidos independentistas, cujo slogan no idioma catalão é: "Um Nou País Per a Tothom" ou seja "Um país novo para todos".

Resta-nos esperar para ver o que se sucederá, as sondagens dão a vitória à CiU, mas ainda sem maioria absoluta, a ERC poderá ter um papel decisivo neste espectro político, aliando-se a Artur Mas pela independência, falta saber o peso final que terão obtido no novo parlamento o PSC/PSOE - Partit dels Socialistes de Catalunya que propões uma alternativa federalista, ou ainda o PP de Mariano Rajoy cuja posição é sobejamente conhecida de toda a opinião pública.  


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Obama - O Mal Menor Venceu as Eleições

A vitória de Obama, representa não a conquista de um projeto, mas fundamentalmente a vitória do mal menor, não tendo suscitado a esperança de mudança que tinha feito surgir dentro e fora dos Estados Unidos da América em 2008, tendo essa esperança dado lugar a uma mera tática de voto, cujo objetivo era evitar uma nova aventura belicista no desconhecido de Romeney, no ano em que Obama fora eleito pela primeira vez, foi precisamente o ano em que rebentou a crise económica e financeira do Subprime, que com efeito devastador alastrou-se por todo o mundo, tendo sido na Europa do Euro, que fez maiores estragos, e ainda não se sabe que consequências  trará para o futuro próximo. Mas a vitória de Obama no plano externo é mais da contenção de políticas belicistas, que aliás são da predileção dos republicanos, e nesse sentido, bem como no excesso de conservadorismo político de Mitt Romney, levaram a que dos males, fosse o menor a vencer as eleições, assim foi e Obama está reeleito.
No entanto não se esperam tempos fáceis, à crises politicas e militares que teimam em persistir e que ameaçam o equilíbrio do Médio Oriente, é o caso da Síria, com a chacina de Bashar Al-Assad, é o caso do Hammas da Palestina, que teima em impedir o processo de paz com Israel, tendo inclusive bombardeado com mais de 700 rockets várias áreas de Israel, provocando e desafiando Israel para uma nova ofensiva militar que não tardou em ter resposta.


Este artigo respeita as normas do novo Acordo Ortográfico.

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Músicas - Love Of My Life - Queen

Love Of My Life
Love of my life, you've hurt me
You've broken my heart
And now you leave me
Love of my life, can't you see?

Bring it back, bring it back
Don't take it away from me
Because you don't know
What it means to me

Love of my life, don't leave me
You've taken my love
And now desert me
Love of my life, can't you see?

Bring it back, bring it back
Don't take it away from me
Because you don't know
What it means to me

You will remember
When this is blown over
And everything's all by the way
When I grow older
I will be there at your side
To remind you how I still love you
I still love you

Back, hurry back
Please, bring it back home to me
Because you don't know
What it means to me
Love of my life
Love of my life
Yeah



Amor da Minha Vida
Amor da minha vida, tu magoaste-me
Tu partiste-me o coração
E agora deixas-me
Amor da minha vida, tu não vês?

Traz de volta, traz de volta
Não tires isso de mim
Porque tu não sabes
O que isso significa para mim

Amor da minha vida, não me deixes
Tu roubaste-me o amor
Agora tu me abandonas
Amor da minha vida, não vês?

Traz de volta, traz de volta
Não tires isso de mim
Porque não sabes
O que isso significa para mim

Tu te lembrarás
Quando isto acabar
E todas as coisas pelo caminho
Quando eu ficar velho
Eu estarei lá do teu lado
Para lembrar-te de como eu ainda amo-te
Eu ainda amo-te

Volta, volta logo,
Por favor, não tires isso de mim
Porque não sabes
O que isso significa para mim
Amor da minha vida
Amor da minha vida
Sim


Por Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor                                                                           
Filipe de Freitas Leal é Licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa ONG, vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, É Blogger desde 2007, com o ideal de cariz Humanista, além disso dedica-se a outros blogs de cariz filosófico, teológico e poético.

domingo, 11 de novembro de 2012

Músicas - Under Pressure - Queen

O.k.
Chippin' around
Kick my brains around the floor
These are the days it never rains, but it pours

Ee do bay bup
Ee do bay ba bup
Ee do bup
Bay bup

People on streets
Dee da dee da day
People on streets
Dee da dee da dee da dee da

It's the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming, "Let me out!"
Pray tomorrow (gets me higher, high, high)
Pressure on people, people on streets

Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don't work
Keep coming up with love
But it's so slashed and torn

Why, why, why?
Love, love, love, love, love
Insanity laughs, under pressure we're cracking

Can't we give ourselves one more chance
Why can't we give love that one more chance?
Why can't we give love?

Give love, give love, give love
Give love, give love, give love
Give love, give love

'Cause love's such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And loves dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves

Under pressure
Under pressure

Pressure



O.k.
Dando pontapés por aí
Chuto meu cérebro pelo chão
Estes são os dias em que nunca chove, mas transborda

Ee do bup bay
Bup ee do bay ba
Ee do bup
Bup bay

Pessoas nas ruas
Dee da dee dia da
Pessoas nas ruas
Dee da dee da dee da dee da

É o terror de saber
O que realmente é este mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando, "Deixem-me sair!"
Rezo para que o amanhã (me deixe mais animado, animado)
Pressão sobre as pessoas, sobre as pessoas nas ruas

Afastei-me disto tudo como um cego
Sentei-me num muro, mas isso não adianto nada
Pois continuo fornecendo amor
Mas esse amor está tão cortado e despedaçado

Por quê, por quê, por quê?
Amor, amor, amor, amor, amor
A insanidade ri-se, sob a pressão e estamos cedendo

Não podemos dar a nós mesmos mais uma oportunidade?
Por que não podemos dar ao amor mais uma hipótese?
Por que não podemos dar amor?

Dar amor, dar amor, dar amor
Dar amor, dar amor, dar amor
Dar amor, dar amor

Porque o amor é uma palavra tão fora de moda,
E o amor desafia-te a importares-te com
As pessoas no limite da noite,
E o amor desafia-te a mudar nossos modos de
Nos preocuparmos com nós mesmos.
Esta é nossa última dança,
Esta é nossa última dança,
Isto somos nós mesmos.

Sob pressão,
Sob pressão,
Pressão.



Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sábado, 10 de novembro de 2012

Música - Yiruma - Kiss the Rain

Yiruma (Seul, 1978) Pianista e compositor, sul-coreano, que aprendeu a tocar aos 5 anos de idade em casa, o seu trabalho é reconhecido internacionalmente, com concertos na América, Ásia, Europa e Oceania, um dos temas mais conhecidos de Yiruma é precisamente Kiss The Rain


Yiruma (Seul, 1978) Pianista e compositor, sul-coreano, que aprendeu a tocar aos 5 anos de idade em casa, o seu trabalho é reconhecido internacionalmente, com concertos na América, Ásia, Europa e Oceania, um dos temas mais conhecidos de Yiruma é precisamente Kiss The Rain.

Música - Don't Try So Hard - Queen

If you're searching out for something
Don't try so hard
If you're feeling kinda nothing
Don't try so hard

When your problems seem like mountains
You feel the need to find some answers
You can leave them for another day
Don't try so hard

But if you fall and take a tumble
It won't be far
If you fail you mustn't grumble
Thank your lucky stars

Just savour every mouthful
And treasure every moment
When the storms are raging round you
Stay right where you are

Don't try so hard
Oooh don't take it all to heart
It's only fools they make these rules
Don't try so hard

One day you'll be a sergeant major
Oh you'll be so proud
Screaming out your bloody orders
Hey but not too loud

Polish all your shiny buttons
Dressed as lamb instead of mutton
But you never had to try
To stand out from the crowd

Oh what a beautiful world
Is this the life for me
Oh what a beautiful world
It's the simple life for me

Oh don't try so hard
Oh don't take it all to heart
It's only fools - they make these rules
Don't try so hard

Don't try so hard





Não se esforce muito

Se você estiver procurando por algo
Não se esforce muito
Se você estiver se sentindo como um "nada"
Não se esforce muito

Quando seus problemas parecem montanhas
Você sente a necessidade de achar respostas
Você pode deixá-las para um outro dia
Não se esforce muito

Se você cair no chão, não irá muito longe
Se você falhar, não deve reclamar
Agradeça sua estrela da sorte
Apenas saboreie cada minuto

Valorize cada momento
Quando a tempestade estiver enfurecida
Ao seu redor
Fique exatamente onde você está!

Oh Não se esforce muito!
Oh Não leve tudo para o coração
São só idiotas, eles fazem essas regras
Não se esforce muito

Um dia você será um sargento maior
E você será muito orgulhoso
Gritando suas malditas ordens
Hey mas não tão alto!

Coloque sua vida em ordem
Vista-se como vida e não como morte
Mas você nunca teve que tentar
Se afastar da multidão

Oh que mundo maravilhoso
Essa é a vida para mim
Oh que mundo maravilhoso
É uma vida simples para mim

Oh Não se esforce muito
Oh Não leve tudo para o coração
São só idiotas, eles fazem essas regras
Não se esforce muito

Por Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor                                                                           
Filipe de Freitas Leal é Licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. É estagiário como Técnico de Intervenção Social numa ONG, vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, Blogger desde 2007, com o ideal de cariz Humanista, além disso dedica-se a outros blogs de cariz filosófico e poesia.

domingo, 4 de novembro de 2012

Musica - Bem Que se Quis - Marisa Monte



Bem que se quis
Depois de tudo
Ainda ser feliz
Mas já não há
Caminhos prá voltar
E o quê, que a vida fez
Da nossa vida?
O quê, que a gente
Não faz por amor?...
Mas tanto faz!
Já me esqueci
De te esquecer
Porque!
O teu desejo
É meu melhor prazer
E o meu destino
É querer sempre mais
A minha estrada corre
Pro seu mar...
Agora vem, prá perto vem
Vem depressa, vem sem fim
Dentro de mim
Que eu quero sentir
O teu corpo pesando
Sobre o meu
Vem meu amor, vem prá mim
Me abraça devagar
Me beija e me faz esquecer...
Bem que se quis
Depois de tudo
Ainda ser feliz
Mas já não há
Caminhos prá voltar
E o quê, que a vida fez
Da nossa vida?
O quê, que a gente
Não faz por amor?...
Mas tanto faz!
Já me esqueci
De te esquecer
Porque!
O teu desejo
É meu melhor prazer
E o meu destino
É querer sempre mais
A minha estrada corre
Pro seu mar...
Agora vem, prá perto vem
Vem depressa, vem sem fim
Dentro de mim
Que eu quero sentir
O teu corpo pesando
Sobre o meu
Vem meu amor, vem prá mim
Me abraça devagar
Me beija e me faz esquecer...
Bem Que Se Quis!...

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Imagens Humanistas # 4 - Os Tablets do Passado

Estes foram os Tablets dos nossos antepassados, chamavam-se simplesmente tábuas e geraram muito aprendizado e muita cultura.
Os tempos eram outros, depois vieram ainda os lápis, as sebentas, e os alunos mais pobres usavam papel de embrulho do pão ou papel manteiga como cadernos, algumas crianças iam descalças para a escola, e muitas vezes com fome, mas perseveraram e lutaram com grande estoicismo, tornando-se pessoas realizadas pelo seu esforço e perseverança dando-nos grandes exemplos de vida. 

Hoje os novas "Tabuinhas" são os chamados Tablets, sendo hoje uma ferramenta útil na formação de alunos, na comunicação entre as pessoas, os tempos mudam, mas as ideias ficam.

In "Facebook" 27/10/2012.

Autor Filipe de Freitas Leal


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Imagens Humanistas # 3 - A Poesia

Nesta frase "A Poesia transporta-nos para onde os nossos sentimentos se encontram" que é baseada no facto de transpormos para a poesia, os nossos mais profundos sentimentos, quer em verso quer em prosa.

Autor Filipe de Freitas Leal


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Imagens Humanistas # 2 - A Sabedoria

De acordo com o lema Socrático: "Só sei que nada sei", temos aqui a frase de Hermann Hess, que ao afirmar "Eu não sou aquele que sabe mas aquele que busca", encerra na própria frase a condição do Homem como um ser que busca, que aprende, mas que não adquire nunca o saber absoluto, mas absolutamente sabe o que a vida e a experiência deveras lhe possibilitam saber.

Autor Filipe de Freitas Leal



Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Imagens Humanistas # 1 - Educação

A celebre frase: "Uma imagem vale por mil palavras" aplica-se nesta fotografia e muito bem, O esforço de educar, a perseverança de aprender, ensinam-nos a valorizar mais que nunca a cultura e o saber dos mais humildes povos do mundo.

(In Facebook 30/10/2012)

Autor Filipe de Freitas Leal


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.