10 ANOS

Desde julho de 2007 a debater ideias e a defender causas.

Raif Badawi o Direito de Ser Blogger

Somos todos Raif Badawi, se acreditamos que a liberdade de expessão é um direito inalienável da Pessoa Humana, então todos somos Raif Badawi.

O Humanismo

O Humanismo mais que uma ideologia é uma praxis ao alcance de cada um de nós, somos chamados a fazer o que estiver ao nosso alcance e de acordo com as nossas possibilidades em prol do bem comum.

A Terceira Idade e a Cultura Intergeracional

A revolução grisalha, e a cultura de uma sociedade intergeracional, juntanto-se a todo o conjunto de uma cultura de inclusão, a força da juventude e a sabedoria da idade produzem um mundo novo.

Solidariedade Social

A solidariedade social, mais que comunhão de esforços em prol de causas é o dar-se em prol dos nossos semelhante, é um dos temas centrais deste blog,.

Trabalhos Académicos, do Serviço Social e Sociologia à Ciência Política

Desde 2010 que o Etcetera, disponibiliza para consulta, um conjunto de estudos académicos de várias áreas da ciência, como sociologia, psicologia, ciência política, economia social entre outras.

Sugestões de Leitura - Lista de Livros

Lista de Livros, sugestão dos mais importantes da Literatura Universal e Humanista, o mais importante é ler bons livros e não sermos guiados pelos livros da moda.

sábado, 29 de setembro de 2012

Etcetera - As Contradições e a fé

A Oração e a Fé de Mãos dadas.
As grandes filosofias religiosas, são imutáveis.
E são imutáveis porque o núcleo no qual se forma a sua filosofia é extremamente simples e acessível a todos.

As grande religiões só são mutáveis no que é falível e humano.
Ora o AMOR que está na base de todas as religiões, não é falível, é perene.

O Mistério é que esse AMOR, e essa FÉ são percebidas pela nossa mente, nem pelas nossas mãos, ou olhos, mas tão somente pelo nosso coração se for simples, o grande problema é conquistar hoje a simplicidade.


Por Filipe de Freitas Leal



Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa ONG, vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, É Blogger desde 2007, com o ideal de cariz Humanista, além disso dedica-se a outros blogs de cariz filosófico, teológico e poético.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

MISS - Modelos de Intervenção # 2 - A Construção Social das Ideias

Em todas as dimensões da atividade humana, as ideias são a base fundamental que move para a ação, no Serviço Social, não poderia deixar de ser do mesmo modo.

Definição de Serviço Social: segundo a IFSW International Federations of Social Work, a definição mais aceitavel do trabalho social é a de ser "uma profissão que promove a mudança social., a solução de problemas ao nivel dos relacionamentos e da autonomia das pessoas, com vista à melhoria do seu bem estar".

Os Direitos Humanos, são o grande principio do trabalho social, e levar a Justiça Social às pessoas no seu ambiente onde interagem é um dos maiores objetivos na intervenção social, baseado nas teorias de comportamento humano.

Continua ...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Modelos de Intervenção em Serviço Social

A Cadeira de Modelos de Intervenção em Serviço Social, é uma cadeira obrigatória do 1.º semestre do 3.º ano do Curso de Serviço Social - Pós Laboral do ISCSP/UTL Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, no ano letivo de2012/13, cadeira esta que equivale no final a 5 créditos, 5 ECTS.

A metodologia adotada é o ensino teórico-prático, com exposições temáticas com recurso a apresentações multimédia, power-point, análise, discussão de textos, debates, trabalhos de grupo e trabalhos individuais, com a devida orientação da Professora, face ao tema proposto e à metodologia de estudo adequada.
O maior constrangimento é o tempo, apenas 13 aulas de 3 horas, sendo o primeira parte das 19h30 às 20h50 e a segunda das 21h10 às 22h30.

Objetivos da cadeira são, proporcionar instrumentos teóricos que permitam desenvolver conhecimentos teóricos e competências de análise aos alunos de Serviço Social, no que refere à realidade e enquadramento da intervenção social, bem como dar a conhecer as variadas técnicas e modelos de intervenção social, num âmbito que ultrapassa as meras políticas sociais, e tem como cerne do trabalho a pessoa no contexto de crise de acordo com as diferentes abordagens preconizadas. Os conhecimentos adquiridos permitem ao aluno compreender o complexo campo do trabalho social onde a criatividade e sensibilidade são condições sine qua non para o exercício de um bom trabalho de campo.

De um modo mais específico, esta cadeira visa equacionar propostas de intervenção no trabalho social, de modo alternativo, de acordo com o contexto e as abordagens apropriadas.

Competencias a adquirir, esta cadeira, visa desenvolver nos estudantes três competencias básicas face ao trabalho social, a saber:

Competencias instrumentais:
  1- Análise e sinteze de diferentes correntes teóricas da intervenção social.
  2- Trabalho, informação e seleção de metodologias de intervenção no sentido de resolução de situações concretas.
- Competências interpessoais:
  1- Trabalho em grupo, com o focu nas questões de cooperação e liderança.
  2- Comunicação eficaz.
- Competências sistémicas:
  1- Automotivação para a aprendizagem continua,
  2- Aplicação de conhecimento a uma diversidade de situações (adaptação a situações novas),
  3 Adequação da intervenção a desenvolver, no sentido da sua qualidade.

A Bibliografia recomendada é Teoria do Trabalho Social Moderno, de Malcom Payne, bem como uma vasta lista que é entregue a cada aula pela professora, como modo de complemento dos conhecimentos adquirido sem sala de aula, tais como obras de Ander Egg, James Barber, Carlo Rogers entre outros.

O Programa, o programa da cadeira é aqui exposto, capítulo a capítulo e visa orientar o desenvolvimento das aulas e respectivas datas, tendo iniciado a 20 de setembro de 2012.

1ª aula - 20/09
1- Apresentação e Conteúdo programático
2- Introdução à construção social das teorias

2ª aula - 27/09
1- Prática Anti-Opressiva - Modelos teóricos na compreensão da pessoa na situação

3ª aula - 04/10
1- Aprendizagem e desenvolvimento humano - Modelos teóricos na compreensão da pessoa na situação. 

4ª aula - 11/10
1- Modelos teóricos no diagnóstico, modelos diagnósticos > Conceitos de necessidades

5ª aula - 18/10
1- Modelos teóricos no diagnóstico, perspectiva das forças e resiliência Abordagem de aconselhamento > Diagnóstico de risco.

6ª aula - 25/10
1- Modelos teóricos para a Intervenção e mudança social - Abordagem de aconselhamento > Psicodinâmica.

7ª aula - 08/11
1- Modelos teóricos para a Intervenção e mudança social - Abordagem de aconselhamento > Comportamentalisata -cognitivista.

8ª aula - 15/11
1- Modelos teóricos para intervenção e mudança > Abordagens de aconselhamentol > Humanista existêncialista.

9ª aula - 22/11
1- Modelos teóricos para intervenção e mudança > Abordagens de empowerment and advocacy.

10ª aula - 29/11
1- Modelos teóricos para intervenção e mudança > Abordagem de Serviço social > "sistémica"

11ª aula - 06/12
1- Modelos teóricos para intervenção e mudança > Abordagens de serviço social > "intervenção em crise".

12ª aula - 13/12
1- Modelos teóricos para intervenção e mudança > Abordagens de serviço social, Pratica "centrada na tarefa".

13ª aula - 20/12
1- Modelos teóricos para intervenção e mudança,
2- Abordagens de serviço social conferências familiares.
3- "Abordagem eclética".


A Professora Assistente é a Mestre Ana Esgaio, (foto ao lado) é quem ministra esta cadeira, que faz parte da área cientifica das Cadeiras específicas de Serviço Socialtendo uma carga horária de 3 horas semanais para um total previsto de 39 horas em sala de aula, e mais 130 horas de estudo.


Autor Filipe de Freitas Leal


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PF - Políticas da Família # 1 - Apresentação

A Cadeira de Políticas da Família, é uma cadeira obrigatória do 1.º semestre do 3.º ano do Curso de Serviço Social - Pós Laboral do ISCSP/UTL Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, no ano letivo de 2012/13,
cadeira esta que equivale no final a 5 créditos.
A Professora Auxiliar Drª. Maria José Núncio, é quem ministra a respetiva cadeira, que faz parte da área cientifica da Política Socialtendo uma carga horária de 3 horas semanais para um total previsto de 130.
A metodologia adotada é o ensino teórico-prático, com exposições temáticas com recurso a apresentações multimédia, power-point, análise, discussão de textos e orientação de trabalhos.
Objetivos da cadeira são, permitir compreender as orientações da políticas públicas voltadas para a família, bem como distinguir as diferentes áreas das políticas sociais que afetam a família ou que a ela estejam ligadas; Prevê também a grosso modo, o conhecimento histórico e sociológico da família, e o modo como a família interage no contexto social, influenciando-o e recebendo dele influencias, e compreender a importância das politicas sociais na promoção da família, e diagnosticar contextos familiares, suas funções e disfunções, bem como o de poder desenhar políticas publicas aplicadas à família.
A Bibliografia adotada é entre outros livros, o "Sociologia da Família" de Chiara Saraceno e Manuela Naldini, da coleção "Ensaios Sociológicos" da Editorial Estampa, 406 pgs. 16,50 €.
O Programa, o programa da cadeira é aqui exposto, capítulo a capítulo e visa orientar o desenvolvimento das aulas e respectivas datas.
1- Conteúdo programático – 17/09
2- Informações sobre avaliação e trabalhos de grupo – 24/09
I. Introdução teórico-conceptual
1- Principais conceitos e indicadores de análise à temática da família – 01/10
2- Breve retrato da evolução histórico-sociológica da família – 08/10
3- Contexto social actual e seus impactos na família – 15/10
4- As "novas famílias" – 22/10
II. Dimensões das Políticas de Família
1. Família e Estado: as políticas públicas orientadas para a Família – 29/10
2. Tempos e conciliação trabalho/família – 05/11
3. Parentalidade e educação – 12/11
4. Conjugalidade, separação e divórcio – 12/11
5. Pobreza e exclusão: impactos na família – 19/11

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Horário do 1º Semestre do 3º Ano - SS-PL

Iniciou-se a 17 de setembro de 2012, o primeiro dia de aulas, do 1º semestre do 3º Ano, do Curso de Serviço Social, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas,
a novidade é que há um conjunto de disciplinas neste ano que aprofundam a técnica do trabalho social apoiado em estudo de Políticas Públicas e Políticas Sociais, para além disso, a cadeira de "Laboratório I" LAB I, da Professora Doutora Paula Campos Pinto, que é a Coordenadora do ODDH Observatório da Deficiência e dos Direitos Humanos, ligado à DRPI - Portugal, um Observatório da ONU, que solicita a várias Universidades em Todo o Mundo, a organização de um observatório similar a nível nacional, e no qual tive a honra de participar,  no entanto falhei ao não conseguir criar um site com acessibilidade para pessoas invisuais, mas aprendi imenso com o Laboratório bem como colaborei a coligir informação para o mesmo, através do CAPP Centro Administrativo e de Políticas Públicas do ISCSP/UTL.
Clique na imagem para visualizar  melhor.

Calendário Letivo Serviço Social - 2012/2013

E os estudos somam e seguem, sem ter reprovado o ano, embora com algumas cadeiras em atraso, que é o caso de Inglês nível II (ENG II), Métodos e Técnicas de Investigação Sociológica I e II (MTIS I e II)
e Economia Social (ECO-S)
que obviamente fazem parte do objetivo deste ano para que seja feito o esforço necessário para passar a estas cadeiras, bem como às outras que fazem parte do 3º Ano da Licenciatura de Serviço Social do ISCSP.

Este Ano Letivo de 2012/2013, tem o seu inicio às 18h00 do dia 17 de setembro de 2012 e o seu término no dia 31 de maio de 2013.

É um ano em que o programa incidirá sobretudo no Estudo das Políticas Públicas e Políticas Sociais, que são de suma importância para a Práxis do Serviço Social.


Abaixo temos a imagem da Cantina Social do Polo Universitário da Ajuda, da então Universidade Técnica de Lisboa, que a partir de janeiro de 2013, funde-se com a Universidade Clássica, formando assim uma  nova Universidade de Lisboa e na qual esta cantina juntar-se-á a uma maior rede de cantinas sociais de alunos de todos os polos universitários, quer seja o da Ajuda, quer seja o do Campo Grande ou outros.



3º Ano - Serviço Social- Pós Laboral - 2012/2013

O Novo ano letivo do ensino superior iniciou a 17 de setembro de 2012, sendo, respectivamente o 3º Ano do meu curso de Serviço Social, em regime Pós-Laboral, para o qual elaborei este Plano de Estudos abaixo.
É o ano em que se acentuam o aprofundamento sobre as políticas públicas e sociais, surge a disciplina de Modelos de Intervenção, que formam o conjunto de conhecimentos teórico-práticos da práxis do trabalho social.

Inicia-se também a prática laboratorial, do serviço social, neste caso estarei ligado a um projeto de estudos sobre direitos humanos das pessoas portadoras de deficiência, através de um organismo da ONU, que solicitou a universidades de todo o Mundo, e em Portugal, calhou ao ISCSP, devido à sua grande qualidade no desenvolvimento de cursos de Política Social, formando assim o ODHD Observatório dos Direitos Humanos e da Deficiência, que é coordenado pela Professora Doutora Paula Campos Pinto.


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Citações # 03 - Doçura (Ben Siráh)

"Filho, pratica as tuas obras com doçura, e serás mais amado do que o homem generoso"
Ben Siráh 3,17










Israel Ama o Irão - Campanha em Crescimento

A campanha iniciada por um Professor de Designer israelita, Ronny Edry (41 anos) pousou com a filha para uma fotografia, e postou-a no facebook há seis meses atrás, onde escreveu uma frase em inglês: "Iranians We will never bomb your country, We love you" (em português: Iranianos, nós não iremos nunca bombardear o vosso país, nós amamo-vos), o objetivo era promover a paz, ainda que sem saber a real dimensão do que poderia ou não conseguir, Ronny ultrapassou todas as expectativas e hoje a sua campanha naquela rede social cativou milhares de pessoas em Israel, no Irão e em todo o mundo não tem parado de crescer, esse movimento genuíno de cariz pacifico e pacifista, sendo uma das frases "Not Ready To Die In Your War" (Não estamos prontos para morrer na vossa guerra)
É uma forma clara de dizer, que as pessoas simples, do povo, os pais e mães de família, as crianças, os idosos, as pessoas simples que formam a grande massa humana, com alma e que verdadeiramente mostra ser igual em toda a parte, pessoas de todos os povos preferem a paz à guerra, o amor ao ódio, o diálogo ao desprezo e este homem que há seis meses atrás era um incógnito, mostra a todos nós o pouco que fazemos pode ser muito em prol da paz, mostra-nos que ser israelita é ser igual a ser iraniano, ser judeu é ser igual a ser muçulmano, cristão ou ateu, ser pai é igual em qualquer parte do mundo, onde se vive, trabalha e luta pelo futuro dos seus filhos.
De igual modo iranianos, criaram uma campanha semelhante, "Iranians Love Israel", e já há outras campanhas similares, é bom que assim seja.
Convido-os pois a todos os leitores, a compartilharem esta iniciativa, sobretudo num momento crucial em que se reforça a possibilidade por parte do Irão de produzir a sua arma nuclear, algo que por si só, a existência já é sobejamente desnecessária e perigosa, tanto quanto desnecessária, até porque Israel não tem interesse de fazer a guerra, logo esta corrida armamentista e nuclear, contribui mais para um clima de medo e guerra, do que um ambiente de paz e progresso entre os povos, resta pois dizer aos Iranianos que todos nós os amamos.
Links da Campanha: 
Página Web: www.israelovesiran.com
Facebook: Iranians Love You

Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - Convertido pelo Lince


domingo, 16 de setembro de 2012

Dia do Imigrante em Sintra - 17 de setembro

Durante o presente mês, será comemorado o "Dia Municipal do Imigrante" a 17 de setembro, com o intuito de reconhecer o contributo que os imigrantes tem trazido à economia e cultura local, e será assinalado com eventos em varias localidades do concelho de Sintra.
Com esta celebração, a Câmara Municipal, pretende criar e consolidar uma ligação entre as diversas comunidades imigrantes e as populações de acolhimento., atividades essas que vão de seminários a feiras multiculturais, passando por workshops,  espetáculos culturais de música, exposições de pintura. fotografia e artesanato, bem como se podem ainda contar com almoços comunitários e animações de rua.
Estarão presentes associações como a ACAS Associação Luso Cabo-Verdiana de Sintra, a Ser Alternativa - Associação de Apoio Social, entre outras, tendo também como objetivo de consciencializar para os Direitos Humanos.


Data de Inicio: 17 de setembro.
Horário: 16h15 (Apresentação do Estudo "População Imigrante em Sintra")
Local: Biblioteca Municipal de Sintra (Sala Polivalente)

Entrada Gratuita: Pode levar o seu assento, pois não serão fornecidos pelo Centro Cultural.

Regresso às Aulas 2012

O regresso às aulas, no novo ano letivo que agora se inicia em toda a Europa, mas particularmente em Portugal continental e ilhas, é marcado por um período de crise financeira, de contestação e de muitas incertezas por parte de docentes.
E as incertezas, prendem-se ao facto de não se saber que verbas estão destinadas ao setor da educação básica e secundária, certo é que o número de professores este ano é menor, tendo menos 9600 professores que há dois anos atrás, e simultaneamente uma quebra de 120 mil alunos no mesmo período, segundo fontes do MEC Ministério da Educação e Ciência, na voz do Ministro Nuno Crato.
Em contra partida, o novo estatuto do aluno, no qual passam a haver regras mais rígidas, reforça assim, a autoridade e o poder dos professores dentro das escolas, mas é aliás uma medida que não é considerada suficientemente e satisfatória, para os milhares que se sentem pressionados pela incerteza do desemprego.
Este regresso às aulas, é também uma incerteza para os pais, devido ao elevado custo de vida, à situação de recessão e de crise financeira que afeta os países da zona Euro, no qual Portugal é um dos mais frágeis e cujas medidas de austeridade têm vindo a travar o crescimento e aumentar o desemprego, e isso reflete-se no nível de educação que é ministrado no país aos alunos dos diferentes ciclos de ensino, que é considerado um dos mais baixos índices da Europa comunitária, no que toca ao acesso ao Ensino, causando o insucesso escolar, a muitas crianças de famílias de baixos rendimentos, devido ao agravamento dos problemas económicos e estruturais em que as famílias se encontram, assim esse alunos poderão vir a ficar pelo caminho, através de um abandono escolar prematuro.
Das medidas tomadas pelo Ministério, é de salientar que há uma maior concentração no ensino de umas disciplinas face a outras, tais como Geografia, História, Português e Inglês, e em relação aos livros das disciplinas sempre houve a critica dos pais no que toca aos preços,  e a opção que tem vindo a ser muito utilizada em tempos de austeridade é a troca de livros usados, que até são vendidos na Internet a preços muito acessíveis, consegue-se poupar muito dinheiro.
Ao embalo da crise e da contestação, muitos alunos pioram o seu desempenho nos estudos, devido a estarem preocupados com a situação dos seus pais, pois tem aumentado muito o número de crianças em que um dos pais, ou mesmos ambos, encontram-se desempregados, fazendo com isso que se um mau desempenho nos estudos.
Há no entanto crianças que não gostam de estudar, ou que não gostam de estudar quando são a isso obrigadas, estudando apenas e só quando lhes apetece, e para ilustrar isso, transcrevo para este artigo, um texto que a minha filha Beatriz (que aliás adora estudar) encontrou e me entregou para ser aqui postado, todavia a autoria do texto abaixo é desconhecida, mas muito divulgada na internet.
"Os Motivos porque não estudo"
Um ano tem 365 dias para podermos estudar,
Depois de tirarmos 52 domingos, só restam 313 dias.
No verão há 50 dias em que faz calor, demasiado calor para podermos estudar.
Assim restam 263 dias,
Dormimos 8 horas por dia, por anos, isso são 122 dias.
Agora temos 141 dias do ano,
Se nos derem uma hora para fazermos o que quiséssemos,
15 dias do ano desaparecem.
Assim restam-no 126 dias.
Gastamos 2 horas por dia para comer, isso equivale a 30 dias,
E sobram-no apenas 96 dias no nosso ano.
Exames e testes ocupam no mínimo 35 dias do ano.
Portanto só nos resta 61 dias.
Tirando aproximadamente 55 dias de férias escolares e feriados,
Ficamos com apenas 6 dias.
Pelos menos saímos 5 dias, em que vamos a festas, passeios, etc.
Só resta 1 dia.
Porém esse único dia é o dia do meu aniversário.
Ou seja, não tenho tempo pra estudar!
(autor desconhecido)
Links da Imprensa: 

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Carta Aberta ao Primeiro Ministro de Portugal

Sr. Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, é com espanto e grande surpresa, senão mesmo aflição, que os portugueses, vêm ser tomadas mais medidas de austeridade, que em muito afetam o nosso povo e penso que em pouco ou nada resultam para a recuperação económica do país, como aliás até aqui não resultaram.
Há muita coisa que é dita, mas há algo que tem sido esquecido nas críticas que são dirigidas a si e a todo o governo em geral, é a de que se deve procurar (no âmbito da justiça), apurar responsabilidades da atual situação, bem como punir os responsáveis, no mínimo com a inibição dos seus direitos políticos, impedidos assim do exercício do poder bem como da capacidade de serem eleitos, e isto é algo de suma importância, para que se possa recuperar a credibilidade, é deveras o que o povo exige, ainda que numa maioria silenciosa, pede que a justiça seja feita em nome da democracia e do Estado de Direito.
Outrossim, é de que as medidas que têm vindo a ser tomadas não são potencialmente promotoras do emprego, nem do desenvolvimento, e não nos deixam vislumbrar qualquer hipótese de um futuro próspero para este país, até porque se os portugueses são aconselhados a emigrar, é o mesmo que lhes dizer, não tenham esperança!
O que verdadeiramente falta a todos os governos portugueses, ou melhor a Portugal, é haver um projeto, não de governação para quatro anos, mas sim um projeto das linhas de futuro e do rumo que o País quer tomar, mediante as suas potencialidades e necessidades, e definir com clareza o que queremos para Portugal, onde queremos chegar, qual o nível de desenvolvimento a que nos propomos sacrificar, e isso tudo inclui politicas de formação e educação, politicas habitacionais, politicas de transportes públicos, politicas de saúde pública, a médio e longo prazo, num trabalho em conjunto de todo um povo, mas não é isso que se está a fazer hoje, testemunhamos exatamente o oposto, os portugueses sentem que Portugal neste momento é um comboio desgovernado pronto para descarrilar a qualquer momento, ou seja a bancarrota e a desgraça de tanta gente que lutou e acreditou nos seus políticos, no seu país, tanta gente que ama Portugal e o defende, sente-se traída, porque ao que pagaram em impostos para gerirem o país, receberam em troca a incerteza e a humilhação, e é por isso que o povo indignado se manifestará na ruas, dia 15 de Setembro.
Há que entender, que o serviço público seja ele qual for, é uma obrigação do Estado, e não tem necessariamente que gerar lucro, é para isso que se pagam impostos, é uma necessidade e um direito dos cidadãos contribuintes, que exigem que lhes sejam prestados serviços que vão da televisão (mas com qualidade por favor) ao saneamento básico, passando pelos serviços de rádio, de correios, de banco, de saúde pública (hospitais e centros de saúde), escolas, faculdades, creches, transportes públicos, e tudo isso é pago pelos contribuintes que exigem que esses serviços funcionem e não aceitam que sirvam para pagarem-se absurdos ordenados a gestores que sabem menos que os recém licenciados em administração ou economia. que aliás, muitos encontram-se no desemprego e fariam melhor serviço à nação, comparados com os Barões que ganham sem trabalhar, e sobretudo sem saber gerir.

E quando se entra ou se sai pela porta das traseiras, sendo um governante e no intuito de evitar o contacto com a população, isto é um sinal inequívoco para o povo, de que está já instalado, um processo irreversível de uma política económica e financeira de mais austeridade sem querer ouvir a opinião pública e os cidadãos, mostrando claramente o resultado de subserviência aos interesses do capitalismo financeiro, que vêm as populações como meros objetos e o país como mero produto de mercado para compra e venda.



Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diverso